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PERGUNTAS FREQUENTES

    Glúten é um complexo formado pela combinação de dois grupos de proteínas: a gliadina e a glutenina, encontradas em grãos de trigo e grãos relacionados, como cevada, centeio e aveia; ele é encontrado mais precisamente no endosperma, que é a reserva nutritiva do embrião da planta. O GLÚTEN É PREJUDICIAL À SAÚDE? QUAIS SÃO AS DOENÇAS QUE PODEM SER RELACIONADAS AO CONSUMO DESSA SUBSTÂNCIA? Por ser uma proteína com grande potencial inflamatório, alguns estudos recomendam que o consumo seja moderado e que a quantidade ideal a ser consumida seja avaliada de forma individual. Em razão dessa propriedade do glúten, ele vem sendo associado ao aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis, decorrentes de processos inflamatórios. Logo, é possível dizer que o consumo excessivo do glúten, por muitos anos e de forma repetitiva, tem potencial, a depender do indivíduo, de acarretar prejuízos à saúde. Sem dúvidas, a doença celíaca é a mais relacionada ao consumo de glúten e, portanto, exige a exclusão dessa substância da alimentação.

    É importante destacar que os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, de acordo com o nível de intolerância de cada um. Entretanto, entre os sintomas observados em indivíduos intolerantes ou com hipersensibilidade ao glúten, estão:

    • ● Excesso de gases e distensão abdominal após a ingestão de alimentos contendo glúten;

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    • ● Alternância de períodos de diarreia com períodos de constipação;

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    • ● Tonturas ou cansaço excessivo após as refeições;

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    • ● Irritabilidade fácil;

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    • ● Funcionamento da tireoide prejudicado;

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    • ● Redução da cognição com piora de memória, atenção e foco;

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    • ● Dermatite;

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    • ● Enxaquecas, déficit de atenção, piora dos sintomas de Alzheimer, autismo; ● Manchas vermelhas na pele que podem coçar; ● Cólicas e/ou TPM exacerbadas.

    ● Doença celíaca: é uma doença autoimune, em que a presença do glúten gera destruição intestinal (causa danos à parede do intestino e atrofia das vilosidades intestinais, dobras do intestino responsáveis por aumentar a superfície de absorção de nutrientes como vitaminas lipossolúveis, ferro, vitamina B12 e ácido fólico) e cursa com sintomas intestinais e extraintestinais. É uma das causas mais comuns de má absorção em todo o mundo. Os celíacos podem desenvolver diversas manifestações clínicas, incluindo anemia, fadiga, perda de peso, diarreia, dor abdominal, inchaço, osteoporose e depressão, sempre com alguma suscetibilidade genética envolvida. É uma doença comumente associada a manifestações extraintestinais, como lesões cutâneas e sintomas neurológicos. Devido ao amplo espectro de suas apresentações, o diagnóstico pode não ser tão fácil ou óbvio. Quando há suspeita de doença celíaca, testes sorológicos para triagem e biópsias duodenais subsequentes são necessários para confirmar o diagnóstico. Por ser uma intolerância permanente, é preciso excluir o glúten radicalmente da alimentação, dos cosméticos e do ambiente em que se vive.
     

    ● Alergia: é uma reação exagerada, que pode ser imediata ou de curto prazo. Na alergia ao trigo, o organismo trabalha como se o alimento fosse um agente agressor e recruta células de defesa do tipo IgE, responsáveis por reações imediatas e comuns, como náusea, vômito, dor de cabeça, diarreia, manchas na pele, podendo evoluir para um choque anafilático.

     

    ● Intolerância: também conhecida como sensibilidade ao glúten não celíaca (SGNC), a intolerância é a incapacidade ou dificuldade do organismo em digerir o glúten. O diagnóstico é feito após serem excluídas as possibilidades de doença celíaca e de alergia ao trigo. São realizados exames de fezes, urina, teste sorológico e biópsia intestinal. A intolerância ao glúten ocorre em decorrência à exposição frequente a trigo, aveia, malte, cevada e centeio. Nesta condição, a proteína se aloja na parede do intestino e pode provocar sintomas intestinais e extraintestinais, mas não são reações imediatas, diferentemente da alergia.

    O teste de detecção de glúten realizado pela Cervejaria Ambev consegue atestar, com segurança, que o teor de glúten, se detectado, é inferior a 20 ppm (partes por milhão), conforme os limites de detecção da metodologia utilizada. Os testes indicam que Stella Artois Sem Glúten se enquadra nesses valores, devendo-se declarar que o produto não contém glúten, de acordo com a legislação vigente. Ainda assim, sabemos que a doença celíaca e demais restrições alimentares demandam cuidados específicos; portanto, consumidores celíacos, intolerantes, alérgicos ou com quaisquer outras restrições ao glúten devem sempre consultar seu médico para garantir que possam consumir a cerveja em segurança.

    A Stella Artois Sem Glúten é produzida com os mesmos ingredientes da Stella Artois tradicional: água, malte e lúpulo. Antes da fermentação, é aplicada uma tecnologia que “quebra” a proteína do glúten na bebida, diminuindo a presença desse elemento a uma quantidade inferior a 20 ppm (partes por milhão), que, de acordo com as normas vigentes, permite a declaração de que o produto não contém glúten. A qualidade e a segurança de Stella Sem Glúten ainda são verificadas por testes de detecção de glúten reconhecidos internacionalmente, pelos quais o produto passa por quatro vezes durante o processo produtivo.

    De acordo com a legislação brasileira, as cervejas devem ser registradas no MAPA, o Ministério da Agricultura e Pecuária. Assim como todas as nossas cervejas, a Stella Sem Glúten tem registro no MAPA e cumpre também com toda a regulamentação do país.

    Stella Artois Sem Glúten é uma cerveja e, como qualquer bebida alcoólica, deve ser consumida com moderação, respeitando os cuidados necessários ao consumir esse tipo de bebida. Em caso de dúvidas, sugerimos sempre que o consumidor converse com seu médico.

    Não há qualquer diferença entre a fórmula da Stella Artois Sem Glúten e a da Stella Artois tradicional, exceto pela presença/quebra de glúten. A nova versão utiliza os mesmos ingredientes – água, malte e lúpulo – e, por isso, tem o mesmo sabor que a Stella Artois que todos conhecem e apreciam. Aplicamos uma tecnologia ao processo de produção e conseguimos, com a quebra do glúten, criar uma novidade que mantém as mesmas características e ainda atende à crescente demanda de consumidores que têm buscado produtos sem glúten.

    Stella Artois Sem Glúten é, como o próprio nome já indica, uma versão sem glúten da cerveja Stella Artois, com os mesmos ingredientes da tradicional. É ideal para os consumidores que não abrem mão de uma Stellinha gelada, mas buscam opções de alimentação com teor reduzido ou sem glúten. Nessa versão, a cerveja tem o glúten retirado no processo produtivo, podendo conter até 20 ppm (partes por milhão), de acordo com as normas vigentes. Em caso de restrição ou qualquer dúvida, consulte seu médico.

    O teste aplicado e realizado em cada produção de Stella Sem Glúten é o método ELISA R5, reconhecido internacionalmente como metodologia segura para detecção de glúten, já utilizado em outros mercados onde a versão sem glúten de Stella Artois já pode ser encontrada há algum tempo. Conforme novas tecnologias de análise forem aperfeiçoadas e comprovadas, o teste poderá ser substituído por novos métodos.

    Stella Sem Glúten conta com os mesmos ingredientes de Stella Artois: água, malte e lúpulo. O que fizemos foi aplicar uma tecnologia de quebra do glúten no processo de produção da cerveja, o que permitiu preservarmos a mesma receita e o mesmo sabor.

    O valor da cerveja varia de acordo com cada ponto de venda.

    O processo inclui o uso de um componente orgânico que “quebra” as proteínas do glúten, sem afetar o sabor ou qualquer característica sensorial da bebida, de modo que a cerveja não ultrapasse a quantidade de glúten de 20 ppm (partes por milhão). É o mesmo processo de produção utilizado na Inglaterra, onde Stella Artois já oferece a bebida livre de glúten há algum tempo.

    Stella Artois Sem Glúten é um complemento ao portfólio da Stella Artois no Brasil, uma opção para consumidores que buscam uma cerveja premium sem glúten. Não há nenhuma intenção de substituir a Stella tradicional, apenas a de oferecer mais uma opção ao consumidor, de acordo com suas necessidades e preferências.

    Na Stella Artois Sem Glúten, pode ser encontrada quantidade de glúten inferior a 20 ppm (partes por milhão). O teste de quantificação de glúten em bebidas, realizado quatro vezes durante o processo produtivo, consegue atestar, com segurança, que o teor de glúten é inferior a 20 ppm (partes por milhão), conforme os limites de quantificação da metodologia utilizada, a legislação brasileira e os padrões internacionais.


    O uso do termo ppm refere-se a partes por milhão e representa a quantidade de glúten presente em uma medida de 1 quilograma ou 1 litro após o processo de “quebra” dessa proteína. Quando se alcança menos que as 20 ppm (partes por milhão), as normas brasileiras, e também os padrões internacionais, consideram o produto – alimento ou bebida – como “sem glúten” (gluten free ou livre de glúten).


    Os testes indicam que Stella Artois Sem Glúten se enquadra nesses valores, sendo considerada sem glúten de acordo com as normas vigentes. Essas normas passaram a valer no Brasil em dezembro de 2019 – até então não havia essa classificação.

    A regulamentação para caracterizar um produto como “sem glúten” difere de acordo o órgão regulatório de cada país. Embora o baixo teor de glúten de Stella Artois Low Gluten pudesse ser rotulado como “gluten free” em outros países, não havia regulamentação específica no Brasil quanto aos limites de detecção de glúten que permitissem tal classificação.

    Sim. Desde 2018 é possível encontrar Stella Artois Sem Glúten na Inglaterra, no mesmo formato que Stella Artois lança agora no Brasil.